O mexicano Javier Aguirre foi este domingo demitido do cargo de selecionador do Egito, após a surpreendente eliminação no sábado frente à África do Sul, nos oitavos de final da Taça das Nações Africanas (CAN2019).
"A equipa técnica e administrativa cessaram definitivamente as suas funções, inclusivé Aguirre e todos os seus adjuntos", disse à agência espanhola Efe Osama Ismail, porta-voz da Federação Egípcia de Futebol.
Aguirre abandona assim o cargo menos de um ano depois de o ter assumido, na sequência da derrota por 1-0 no sábado frente à África do Sul, um resultado completamente inesperado, tanto pelo favoritismo da equipa egípcia, como pelo facto de jogar perante o seu público.
A eliminação provocou ainda uma onda de demissões na própria federação, com o seu presidente, Hani Abu Reda, a apresentar a renúncia, bem como todos os restantes membros diretivos, ao Ministério da Juventudo e Desporto egípcio.
O treinador mexicano ingressou na seleção do Egito logo após o Mundial da Rússia, em 2018, e tinha um contrato válido até 2022. Na altura, rendeu o argentino Hector Cuper, que não renovou o seu contrato logo após a eliminação dos faraós na primeira fase do mundial russo.
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