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Jogo de todas as verdades

A Nigéria, tal como os outros mundialistas Gana, Camarões, Argélia e Costa do Marfim, não conseguiu ganhar na primeira jornada. Por essa razão o jogo de ontem contra o Benin, era o jogo da todas as verdades.

A ultima confrontação entre estas duas selecções, na CAN 2008 no Gana, foi épica. A Nigéria ganhou pela margem mínima mas com imensas dificuldades. Ontem assistimos a um jogo que foi quase a papel químico de há dois anos.

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Um Benin completamente descomplexado, muito moralizado e confiante, fez a vida negra aos nigerianos desde o início do jogo. Contra a corrente do jogo e num lance discutível, a Nigéria adiantou-se no marcador no final da primeira parte através de uma grande penalidade. Pensou-se que era o fim da resistência do Benin. Mas não. A segunda parte foi uma demonstração de vontade e querer desta pequena selecção que comandada por Sessegnon e Omotoyossi merecia pelo menos o empate. A Nigéria não convenceu e conseguiu uma vitória feliz que lhe deve garantir a qualificação.

Já a missão de Moçambique parecia quase impossível frente ao Egipto. Que se veio a confirmar. Mas a verdade é que os moçambicanos iniciaram o jogo de forma destemida, jogando taco a taco com os bicampeões africanos que entraram no jogo com alguma sobranceria, à imagem do atacante Zidan, seguros que a sua experiência e valia técnica fariam a diferença. O empate ao intervalo era justo e fazia crescer água na boca aos moçambicanos.

Infelizmente o início da segunda parte começou com um auto-golo de Dário. Muito penalizador para os moçambicanos que viram o seu adversário gerir a vantagem com mestria e segurança, com a qualificação na algibeira. A partir desse momento o Egipto provou ser uma das equipas mais equilibradas e homogéneas desta competição.

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O JOGADOR: AHMED HASSAN (EGIPTO)

Carreira em clubes turcos e Anderlecht, onde o vi jogar algumas vezes, antes de regressar ao Egipto ao Al Ahly,onde sguramente terminará a sua vida futebolística.

Melhor jogador da Taça de África em 2006, continua a passear a sua classe,insaciável por novas vitórias com um espírito de profissionalismo exemplar. Apesar da passividade da sua equipa,sobretudo durante a primeira parte, ele foi sempre um exemplo de inconformismo. Os seus passes milimétricos, a sua garra, a sua liderança sobressaíram sempre no colectivo egípcio. Notável a sua acção no segundo golo da sua equipa.

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