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Os partidos da oposição na Guiné Equatorial apelaram est a um boicote da população à Taça das Nações Africanas (CAN) de futebol de 2015 no país, por alegado desrespeito pelos Direitos do Homem. "Apelamos aos cidadãos a não se deslocarem aos estádios de futebol durante o CAN, que os tornará mais pobres e mais escravos", pode ler-se numa declaração assinada pela Convergência para a Democracia Social (CPDS), União Popular (UP) e a Força Democrática Republicana (FDR).
A oposição dispõe de apenas um assento no parlamento do país, governado desde 1979 pelo presidente Teodoro Obiang, reeleito em 2009 com 95,37 por cento dos votos.
Andres Esono Ondo, porta-voz dos três partidos na conferência de imprensa, exigiu a libertação imediata de dois opositores detidos na quarta-feira em Bata, capital económica da Guiné Equatorial, autor de apelos ao boicote da competição, que tem início no sábado com um jogo entre o país anfitrião e o Congo.
"Não há liberdade de expressão, os media estão ao serviço do PDGE [Partido Democrático da Guiné Equatorial, no poder]. Obiang bloqueia os conteúdos na internet de todos os que o criticam, incluindo as páginas da oposição", acusou Andres Esono Ondo, secretário-geral da CPDS, principal partido da oposição.
O líder político criticou ainda os "gastos exorbitantes" com a competição africana, numa altura em que o orçamento do país "é deficitário e muitos cidadãos vivem na pobreza".
A Guiné Equatorial foi escolhida para receber a edição deste ano do CAN depois de Marrocos, a quem a organização da competição foi inicialmente atribuída, ter pedido sem sucesso um adiamento da competição em face da epidemia de ébola que assolou vários países de África Ocidental.
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