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O Gabão-Tunísia foi o jogo mais sensaborão desta CAN. Duas equipas satisfeitas com um empate, jogaram sem grandes riscos, nem rasgos de génio. Logo, foi normal o empate sem golos que convém muito mais ao Gabão que aos tunisinos. Causou espanto a exibição pouco ambiciosa destes últimos, mas também é verdade que existe pouco talento e criatividade por aquelas bandas. A ausência do melhor jogador lesionado - o médio organizador Darragi - não explica tudo.
Apesar de tudo gostei mais dos gaboneses que têm um futebol colectivo mais sedutor, mais espectacular, interpretado por uma meia dúzia de jogadores de talento.
Grande expectativa no segundo jogo de ontem para ver a reacção dos Camarões à derrota surpreendente na primeira jornada.
A Zâmbia começou o jogo em grande velocidade e com grande agressividade ofensiva, tal como na primeira jornada, sobretudo através dos irmãos Katongo.E muito cedo marcaram um golo pelo inevitável Jacob Mulenga, que aliás teve ocasião de arrumar o jogo por mais duas vezes. O jogo era controlado pelos zambianos e os Camarões voltaram a mostrar grandes dificuldades nos últimos 20 metros.
Um peru caído do céu,ou melhor, oferecido pelo guarda redes zambiano, na melhor tradição daquilo que fazem muitos guarda redes africanos, foi decisivo para a reviravolta no marcador. Aí tudo se desmoronou na equipa zambiana que ainda conseguiu chegar ao empate, mas a desorganização e perturbação no seu jogo já era visível. Muito injusto mas o futebol não tem vencedores morais.
Voltei a não gostar da selecção dos Camarões.
O treinador Le Guen, por razões que não se conhece, insiste em colocar o central Song (esteve nos dois golos sofridos) a jogar como titular, o que penaliza imenso a defensiva camaronesa (este jogador ficou de fora nos jogos de qualificação com o mesmo treinador). Se juntarmos Geremi, claramente sem velocidade, constata-se uma grande limitação na equipa. Foi devido a este tipo de opções (jogadores com nome mas já fora de prazo) que o Senegal não se qualificou para a CAN.
O JOGADOR: CHRIS KATONGO (ZÂMBIA)
Apesar de terem perdido, os zambianos mostraram um colectivo mais interessante e jogadores muito atractivos, como é o caso dos irmãos Katongo: Félix e Christopher. Eles são verdadeiros motores e líderes desta equipa e responsáveis pela excelente imagem que a Zâmbia deixou nesta CAN até este momento.
Escolho o primeiro, e mais novo, com 25 anos, que joga na África do Sul, no Sundowns, e que estou seguro seria uma excelente aposta para o futebol europeu. Muito rápido, médio esquerdino, joga de preferência pelas faixas laterais e é um desequilibrador nato.
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