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CAF retirou-lhe o cetro e outorgou-o a Marrocos
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A Federação Senegalesa de Futebol (FSF) interpôs um recurso no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) na sequência de o Comité de Apelação da Confederação Africana de Futebol lhe ter retirado o título da CAN’2025, atribuindo-o a Marrocos. A FSF procura agora anular essa decisão e, através de um comunicado, solicita que o TAS divulgue um prazo para o anúncio da sentença. O TAS irá agora designar uma equipa arbitrária para rever o diferendo, dando posteriormente o veredito final.
A 17 de março de 2026, a CAF declarou a seleção de Marrocos como vencedora da CAN'2025, ao atribuir a derrota por 3-0 ao Senegal, por conta dos incidentes registados nos derradeiros instantes da final de Rabat. Esta decisão surgiu como desenlace do recurso apresentado pela Federação Marroquina, que em janeiro havia protestado e pedido uma decisão a seu favor.
Em causa está essencialmente o comportamento dos jogadores senegaleses nos instantes finais do tempo regulamentar, quando chegaram a abandonar o campo após ser marcada uma grande penalidade para os marroquinos. Nesse momento, o selecionador senegalês Pape Thiaw incentivou os seus jogadores a abandonarem o relvado do estádio Príncipe Moulay Abdallah, em protesto com a decisão do árbitro, que, minutos antes, interrompeu uma jogada que resultaria no golo dos Leões de Teranga.
Depois da espera, com o jogo retomado, Brahim Díaz falhou a conversão do penálti, atirando fraco para as mãos do guarda-redes, e foi já no prolongamento que Pape Gueye deu a vitória ao Senegal. Um triunfo que acabou anulado na secretaria.
Inicialmente, a CAF tinha castigado Pape Thiaw com cinco jogos de suspensão pela sua conduta, mas também punido alguns jogadores, nomeadamente os senegaleses Illiman Ndyaye e Ismaila Sarr, suspensos por dois jogos, e os marroquinos Ismael Sabari, por três, e Achraf Hakimi, por dois, um dos quais com pena suspensa. Nessa primeira decisão as federações foram castigadas financeiramente, com a do Senegal a ter uma multa de 615.000 dólares (515.000 euros) e a de Marrocos de 315.000 (263.000 euros).
Desses castigos e multas resultou depois uma revisão do Comité de Apelação, que determinou a redução da suspensão de Ismaël Saibari para dois jogos, com um de pena suspensa, mas também das multas aplicadas à Federação Marroquina, que passou a ter de pagar 260 mil dólares.
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