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O coordenador da seleções do Brasil, Gilmar Rinaldi, revelou que Neymar desobedeceu a uma ordem direta da equipa técnica quando decidiu confrontar Enrique Osses, árbitro do jogo frente à Colômbia, a 18 de junho, que lhe tinha dado ordem de expulsão.
O capitão da canarinha foi expulso na sequência de ter pontapeado a bola contra Pablo Armero e tentado dar uma cabeçada a Jeison Murillo - o que provocou a reação desproporcionada de Carlo Bacca, que também acabaria por ser expulso. Mas foram os atos que se seguiram que motivaram a pesada suspensão de quatro jogos. É que Neymar acabou por ameaçar Osses, apertando-lhe o pescoço.
"Disse ao Neymar para ter cuidado e que era responsável pelos seus próprios atos, mas ele respondeu que achava ser justo falar com o árbitro. Insisti, dizendo-lhe que aquela não era a altura apropriada para o fazer", explicou Rinaldi em declarações ao jornal francês "L'Équipe", nas quais acaba por desculpar um pouco a atitude do avançado:
"Estamos num processo de aprendizagem. Apoiei a nomeação do Neymar para capitão da seleção e não me arrependo de o ter feito. Temos de ensinar e preparar bem um grande capitão."
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