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Diogo Dalot: «Fui-me habituando a jogar à esquerda, é um desafio»

• Foto: Pedro Ferreira

Portugal defronta amanhã a Espanha, nas meias-finais do Europeu de sub-21, e Diogo Dalot garante que a equipa nacional está a postos para um jogo difícil, ondepretende lutar por mais uma vitória.

Que aspeto será mais importante, o físico ou mental?

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"Acho que será um bocadinho dos dois. Acredito que a parte física possa começar a sentir-se, mas depois entra a parte mental. Temos de estar preparados para isso, sabíamos o tempo que tínhamos para recuperar e estaremos seguramente bem física e mentalmente, de modo a estarmos preparados para o que jogo nos possa dar."

O que espera do jogo?

"Será seguramente um jogo difícil, entre duas grandes seleções, numa competição muito boa."

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Vai regressar ao Manchester United na próxima época?

"Estou completamente focado no jogo de amanhã e o meu futuro deixo para depois do Europeu."

Joga com Brahim Díaz

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"Hoje em dia há muita maneira, muita tecnologia que nos permite conhecer todos os jogadores."

Diferenças que sente a jogar a defesa esquerdo e defesa direto

"Sinto-me melhor a jogar à direita por ser a minha posição natural. Mas na minha carreira tive a oportunidade de jogar à esquerda e fui-me habituando. Claro que não é igual, tenho de jogar com o pé que não é mais dominante, cria mais dificuldades, mas fui-me habituando. É um desafio. Nunca deixei essa oportunidade de jogar à esquerda de parte. Gosto de ser um jogador completo, traz-me coisas boas, a mim e à equipa."

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Francisco Conceição marcou vindo do banco

"É de realçar a qualidade e a vontade com que entram os jogadores que vêm do banco e o que acrescentam à equipa. É o culminar do que fazemos enquanto grupo. É gratificante estar no campo e ver jogadores a entrar para jogar 10 ou 15 minutos, e ver a vontade que têm de ajudar a equipa, como se estivessem a jogar de início."

Balanço da época em Itália

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"Foi uma época positiva para mim, tem sido uma experiência muito positiva. Fiz muitos jogos, joguei muitos minutos, era o que procurava." 

Os quatro Diogos na Seleção

"O tempo que temos juntos ajuda, é um privilégio jogar e partilhar o campo com eles. Não só com os três Diogos, mas com toda a equipa." 

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Portugal e Espanha não sofreram golos na fase de grupos, mas acabaram por sofrer nos quartos-de-final

"Pode ser também devido à diferença da competição. Na fase de grupos fomos sublimes em termos ofensivos e defensivos, mas no futebol há momentos para tudo. O que retiramos dos três golos frente à Itália é a reação e o facto de irmos à sempre procura da vitória." 

Por Record
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