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O que fazem os jogadores desde o despertar até à hora do jogo?

Vai ser um dia igual aos outros, o que antecede a meia-final desta noite diante de País de Gales. Ainda assim, será um dia com sabor especial para os jogadores da Seleção Nacional, no qual, para alguns, as horas poderão nunca mais passar, o friozinho no estômago poderá interferir na tranquilidade necessária para abordar o encontro, as diferentes tarefas a cumprir entre o despertar e a partida para o estádio poderão ser mais do que uma simples rotina que nunca mais acaba.

O despertar costuma ser um nadinha mais tarde que o habitual – pelas 9 horas –, com o pequeno-almoço de imediato. Antes do almoço deverá acontecer o habitual passeio em redor do hotel, mas essa decisão só será tomada quase em cima da hora, caso os responsáveis entendam que o ambiente em redor não irá interferir na tranquilidade dos jogadores.

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O almoço está marcado para as 13 horas, com os pratos habituais – sopa e saladas para entradas, massas, carne grelhada e peixe grelhado, sobremesas com poucos doces, de preferência fruta natural. As bebidas, hoje, não deverão incluir refrigerantes ou qualquer outra com gás. O álcool, que noutras circunstâncias não é totalmente proibido, hoje também não será servido às mesas dos internacionais portugueses.

Depois do almoço, todos regressarão aos quartos para um período de repouso que deverá estender-se até perto das 16 horas. Nessa altura terá lugar a última palestra de Fernando Santos, normalmente curta (cerca de 15 minutos, no máximo), com as derradeiras recomendações.

Concentração

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Após essa última reunião, haverá um lanche reforçado por volta das 18 horas, a última refeição antes do jogo, marcado para as 21 horas (menos uma em Portugal). A partida do autocarro da Seleção rumo ao estádio de Lyon deverá acontecer pouco antes das 19 horas, de forma a que a comitiva esteja no recinto pelo menos hora e meia antes do pontapé de saída.

Já dentro do balneário, os rituais de sempre: os jogadores do onze inicial começam os preparativos de ligar os pés, proteger dedos, tornozelos e pulsos (no caso dos guarda-redes). Há tempo para mais umas massagens e, uns 40 minutos antes do apito inicial, todos sobem ao relvado para os exercícios de aquecimento.

Regressam ao balneário para trocar as camisolas pelas de jogo. Aqui chegados, já não há mais aquele friozinho no estômago. É hora de jogar a meia-final que o Stade de France está à espera!

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Por José Carlos Freitas. Marcoussis. França
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