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Dia 3: Boschilia (Brasil/São Paulo)

Dia 3: Boschilia (Brasil/São Paulo)
• Foto: cbf

O dia três do Mundial sub-20 valeu pela enxurrada de golos – 28 em 4 jogos – sem precedente na história da competição. Poderíamos realçar o baile punta dos virtuosos hondurenhos Flores e Benavídez ou as triplas do alemão Mukhtar e do húngaro Mervó, este na sequência de ações sublimes, ante rivais de escassa valia. Contudo, num jogo em que o tridente nigeriano formado por Isaac Success, Yahaya e Iheanacho detonou o paupérrimo processo defensivo do Brasil, emergiu Boschilia. O canhoto, entrado ao intervalo, parece ter sido um golpe de génio do treinador Rogério Micale para consumar a reviravolta. Puro engano. O talento individual superlativo do jogador é que empurrou o coletivo, até aí amorfo, para o triunfo. Com Boschilia, a canarinha colocou critério no seu jogo vertiginoso estimulado pela eletricidade de Judivan, Gabriel Jesus e Marcos Guilherme. À elegância na condução e subtileza no passe, reflexo da superior qualidade técnica e ótima visão de jogo, o médio-ofensivo adiu a participação no terceiro – remate colocado de fora da área – e quarto – remate desviado pelo guloso Judivan – tentos dos brasileiros. Titular: de caras!

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