Cesc Fàbregas, jogador do Como (Itália), participa no livro 'SER Treinador – A conceção de Joel Rocha no Futsal', obra escrita pelo treinador de futsal do Sp. Braga e Tiago Guadalupe e cuja venda começa esta segunda-feira. O espanhol aborda o papel de capitão de equipa e, numa das passagens, conta uma história sobre o Mundial'2010.
"Não fui colocado a jogar por Vicente del Bosque no jogo de estreia contra a Suíça, em Durban. No final, o vice-capitão da seleção, Carles Puyol, apesar da mais que surpreendente derrota por 1-0 com os helvéticos o obrigar a várias outras – e maiores – preocupações, apercebendo-se do meu estado de espírito, não deixou de se aproximar para diretamente me confidenciar: 'Hombre, que esta pasando'? Não estejas triste. Ânimo, Cesc. Tu ainda vais ser muito importante neste Mundial, garanto-te, não tenho dúvidas sobre isso. Ânimo amigo! Aquelas palavras ficaram a soar na minha cabeça. Apercebeu-se da minha tristeza e apoiou-me. Teve a arte de me fazer mudar o "chip". Motivou-me, deu-me confiança e, ao mesmo tempo, transmitiu-me a tranquilidade de que eu tanto precisava naquela altura", conta Fàbregas.
Até que, na final desse Campeonato do Mundo frente à Holanda, o médio viveu o momento mais alto. "Comecei a final sentado no banco de suplentes, mas, interiormente, sabia que iria dar o meu contributo ao meu país. Na segunda parte, com o encontro empatado e a caminhar a passos largos para o final dos 90 minutos regulamentares, fui chamado por Del Bosque para entrar em campo. Já no prolongamento, aos 117 minutos, uma bonita jogada coletiva deu-me a honra de ter feito a assistência para o Iniesta marcar o golo que nos daria o título de campeões do Mundo! Recordo-me que no final corri em direção ao Puyol para lhe manifestar o meu reconhecimento pela forma como tinha sabido interpretar os meus sentimentos e puxado pela minha motivação. 'Gracias, amigo. Muchas gracias'. Tu tinhas razão. Tu tinhas toda a razão! Obrigado por teres acreditado em mim", desvenda Fàbregas.
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