Paolo Guerrero, capitão da seleção peruana, disse esta terça-feira que lhe estão "a roubar o Mundial e, talvez, "a carreira também", reagindo à decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) em prolongar a suspensão por doping para 14 meses.
Num vídeo publicado nas redes sociais, o avançado peruano fala de uma "vergonhosa injustiça" e revelou estar a decidir com os seus advogados as próximas ações a tomar.
"O que não se explica é como podem dar-me uma sanção de 14 meses, roubar-me o sonho de jogar um Mundial, sem justificação ou argumento", atirou.
O jogador do Flamengo vai "fazer falta" à seleção peruana, explicou a Federação Peruana de Futebol em comunicado, em que lamenta "profundamente" o sucedido e destaca a "conduta exemplar" de Guerrero, o melhor marcador da história da seleção com 32 golos.
O TAS revelou na segunda-feira ter aceitado o recurso da Agência Mundial Antidopagem (AMA) para aumentar o castigo de seis meses aplicado pela FIFA ao avançado, que poderia regressar à competição ainda este mês.
De acordo com o tribunal, o castigo agora aplicado a Guerrero é "apropriado" para o "nível de culpa" do avançado, que deveria capitanear o Peru no seu regresso 36 anos depois a um Mundial.
Guerrero acusou uso de substâncias dopantes em 05 de outubro de 2017, num jogo de apuramento para o Mundial2018 frente à Argentina, tendo ficado suspenso provisoriamente em 03 de novembro.
Em sua defesa, Guerrero, que só vai voltar à competição em janeiro, tinha alegado que tinha consumido um chá contaminado.
No Mundial2018, que se disputa de 14 de junho a 15 de julho, o Peru está integrado no Grupo C, juntamente com a França, a Austrália e a Dinamarca.
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