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Terminou certamente da forma que Gianluigi Buffon não queria a sua passagem pela seleção italiana. Esta noite, diante da Suécia, o guardião disse adeus à equipa do seu país, falhando o apuramento para aquele que poderia ter sido o seu sexto Mundial. No final do encontro, ainda no relvado, o guardião emocionou-se enquanto descrevia o que sentia e, depois, à assessoria da Federação italiana, talvez explicou o que lhe ia na alma.
"Não tenho pena por mim mesmo, mas sim por todo o futebol italiano. Falhámos em algo que poderia ter um significado também a nível social. Lamento por tudo terminar assim, não pela passagem do tempo. Aqueles que jogaram sabem o quão duros são estes jogos. Não fomos capazes de nos exibirmos ao nosso melhor nível. Faltou-nos capacidade para marcar. Os playoffs são decididos em detalhes e, hoje, os detalhes estiveram contra nós. Mas conseguimos perceber quando ficamos em falta...", começou por dizer o guardião.
Mesmo assim, e apesar do resultado negativo, o guardião, de 39 anos, enaltece aquilo que foi feito e deixa uma mensagem de otimismo para o futuro. "Tivemos orgulho, força e fomos persistentes. Sabemos o que temos de fazer para nos levantarmos, como sempre fizemos. A culpa é para ser distribuída por todos. Não pode haver bodes expiatórios. Ganhamos juntos; perdemos juntos. Estou a deixar uma Itália que saberá falar por si mesma. Abraços a todos, especialmente para aqueles que partilharam esta maravilhosa jornada comigo", finalizou.
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