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Olhando para os potes do sorteio do Mundial'2018, a grande surpresa passa certamente pela presença da Polónia no primeiro, aquele que é reservado aos cabeças de série. Um feito histórico para os polacos, mas que teve muito a ver com a abordagem pragmática feita pelos seus responsáveis no último ano do ponto de vista do calendário. Basicamente, a Polónia decidiu não disputar nenhum duelo de preparação no espaço de um ano, confiando que a sua campanha na qualificação bastaria para garantir um lugar entre os sete primeiros colocados no ranking em outubro (mês utilizado pela FIFA para definir a ordem dos potes).
E assim foi. Os polacos, nesse período, venceram cinco encontros e perderam apenas um, segurando uma posição entre a elite, num pote ao lado da Alemanha, Brasil, Portugal, Argentina, Bélgica e França. Para trás, para o Pote 2, fica, por exemplo, a Espanha, que poderá assim encontrar um tubarão logo na fase de grupos.
A estratégia polaca foi arrojada, é certo, mas o selecionador Adam Nawaka, aceitou-a como um desafio, que acabou por concluir com distinção, apurando-se em primeiro lugar no Grupo E, à frente da Dinamarca.
Particulares em novembro... não contam
O leitor mais atento certamente perceberá que a Polónia nesta última janela de jogos internacionais disputou dois encontros e provavelmente se interrogará a razão pela qual os polacos abandonaram a estratégia. É simples: os particulares deste mês já não contam para a definição dos potes do sorteio, pelo que qualquer resultado agora alcançado (empate com o Uruguai e derrota com o México) não mexe em nada com o objetivo definido de estar entre os cabeças de série no sorteio de dia 1 de dezembro.
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