Grupo A
Grupo B
Grupo C
Grupo D
Grupo E
Grupo F
Grupo G
Grupo H
Grupo I
Grupo J
Grupo K
Grupo L

A análise de Rui Malheiro à Colômbia: o talento feito seleção

O adversário de Portugal visto à lupa

Seguir Autor:

Colômbia
Colômbia • Foto: AP
Adicione como fonte preferencial no Google

Há seleções que se temem pelo que fazem e seleções que se temem pelo que têm. A Colômbia, de Néstor Lorenzo, pertence às duas famílias. Pelo perfil dos antagonistas, os cafeteros têm sido uma equipa de posse, território e qualidade individual que parte para a 3.ª jornada já apurada, líder do grupo, com 6 pontos e pleno de triunfos. Contudo, venceram os dois jogos por uma margem mais estreita do que o domínio sugere. Bateram o Uzbequistão por 3–1 e a RD Congo por 1–0, mas em nenhum dos dois feriu na proporção em que mandou. Teve perto de 57% de posse, mais de 500 passes, receções no último terço a dobrar e a triplicar as do adversário, e mesmo assim produziu 1,16 e 1,57 de golos esperados, com um valor por remate de 0,05 que é o número que melhor a retrata mais volume do que valor. É uma seleção que circula muito e remata bastante, mas fere pouco. A inconstância faz parte do retrato e vem de trás. O ciclo de Lorenzo deu identidade a uma seleção que não a tinha e produziu vitórias de prestígio sobre o Brasil, a Argentina, a Alemanha e a Espanha, em que perscrutou muito mais o momento da metamorfose da transição ofensiva em contragolpes veementes, além da presença numa final de Copa América, perdida, em 2024, devido a um golo de Lautaro Martínez, após assistência de Lo Celso, dois jogadores saídos do banco de Scaloni.

Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Mundial