O político alemão Jürgen Hardt admitiu pela primeira vez, em declarações ao 'Bild', que existe a possibilidade - por enquanto, apenas como "último recurso" - daquele país boicotar o Mundial'2026 como forma de contestar a decisão de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que insiste em adquirir a Gronelândia.
"Boicotar o torneio seria apenas uma medida de último recurso, para que o Presidente [Donald] Trump repensasse a questão da Gronelândia", frisou Hardt, sem desenvolver muito mais o tema.
Este seria, certamente, um duro golpe nas aspirações dos Estados Unidos, que enquanto um dos anfitriões do Mundial'2026 não contariam, assim, com a participação da Alemanha, tetracampeã do mundo de futebol em 1954, 1974, 1990 e 2014.
Esta ideia já tinha, de resto, sido levantada por Piers Morgan, conhecido jornalista britânico que até colocou Portugal 'ao barulho': "Talvez Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Portugal, Holanda, Noruega e Itália devessem colocar em stand-by a participação no Mundial enquanto decorrem as negociações com o Presidente Trump. Se oito das 10 equipas favoritas à conquista do torneio saíssem, talvez algumas mentes se concentrassem mais", escreveu, na rede social X.
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