Roberto Martínez: «Aquela capa do Record foi um momento para pensar»
Selecionador destaca reação dos jogadores às notícias sobre a sua possível saída
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RM - Há uma conversa de adeptos, em geral, quando as equipas chegam ao Mundial. Depois há o que realmente acontece: não há uma seleção que chegue como campeã ao Mundial. As seleções chegam, têm os seus desafios, os primeiros jogos da fase de grupos, e é o processo que cria uma equipa capaz de ser campeã. Há um aspeto psicológico, de acreditar que se pode ganhar um Mundial, porque já houve gerações que o fizeram, como a França, a Espanha, a Inglaterra, o Brasil, a Argentina. São equipas que têm capacidade para ser favoritas porque já ganharam um Mundial. Para nós, não podemos ser favoritos. Estamos a lutar contra a história e a tentar crescer durante o torneio. Ganhar a Liga das Nações, que foi muito difícil, e com o grupo de jogadores que temos, faz de nós uma candidata natural e com responsabilidade. Mas favorita acho que é um passo muito à frente.
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