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FIFA autoriza Irão a mudar centro de treinos dos EUA para o México

Seleção do Irão muda local de treino para o México após autorização da FIFA
• Foto: epa

A seleção de futebol do Irão obteve a autorização da FIFA para mudar o seu centro de treinos no Mundial'2026 dos Estados Unidos, onde vai disputar os seus três jogos da fase de grupos, para o México.

"Graças às reuniões que tivemos com os responsáveis da FIFA (...), o nosso pedido foi aceite (...). Ficaremos baseados em Tijuana, perto do Oceano Pacífico", revelou o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj.

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Desta forma, o Irão já não irá concentrar o seu quartel-general em Tucson, nos Estados Unidos.

A guerra iniciada em final de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel, com ataques militares ao Irão, criou a maior crise internacional atual, sendo que os persas estão sem relações diplomáticas com os norte-americanos desde 1980, na sequência da crise dos seus reféns na embaixada em Teerão.

Nos últimos anos, os Estados Unidos têm negado vistos a diversos desportistas iranianos em provas internacionais no seu território, pelo que essa situação ficará "em grande parte resolvida".

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O Irão estreia-se no Grupo G do Mundial'2026 frente à Nova Zelândia, em 15 de junho, em Los Angeles, onde jogará também com a Bélgica, no dia 21, acabando a fase de grupos em Seattle, em 26, perante o Egito.

"O trajeto para os nossos dois jogos em Los Angeles demora apenas 55 minutos de avião, o que é muito curto comparado com Tucson, no Arizona (...). É uma vantagem considerável. Para fazermos estas viagens, enfrentamos problemas com os vistos, nomeadamente no que diz respeito ao número de vistos disponíveis. Este problema será resolvido em breve, porque a equipa entrará no México. Poderemos, talvez, apanhar um voo privado com a Iran Air", acrescentou Mehdi Taj.

Os dirigentes iranianos iniciaram diligências para obter vistos na Turquia, onde a seleção nacional realiza atualmente o seu estágio de preparação.

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Na terça-feira, o vice-presidente da federação iraniana, Mehdi Mohammad Nabi, assumiu que não havia a certeza de que todos os jogadores e membros da equipa técnica fossem receber vistos para os Estados Unidos.

Por Lusa
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