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A FIFA vai acompanhar os desenvolvimentos da situação no Irão, país qualificado para o Mundial'2026 e que foi este sábado bombardeado pelos Estados Unidos (EUA) e Israel, realçando que pretende uma competição segura e com todos os apuradas.
"Realizámos o sorteio da fase final em Washington, com a participação de todas as equipas, e o nosso foco é realizar um Mundial seguro, com a presença de todas as equipas", afirmou o secretário-geral da FIFA, Mattias Grafstrom.
O responsável falava aos jornalistas à margem da assembleia geral anual da International Football Association Board (IFAB), no País de Gales.
"Continuaremos a comunicar com os três governos [anfitriões], como sempre fazemos em qualquer situação. Todos estarão em segurança", sublinhou, em referência ao Canadá, EUA e México, os três organizadores do certame.
O Irão classificou-se para o Campeonato do Mundo através da Confederação Asiática de Futebol (AFC) e ficou integrado no Grupo G, juntamente enfrentará Bélgica, Nova Zelândia e Egito, tendo os seus três jogos sido agendados para os EUA, dois em Los Angeles e um em Seattle.
Face aos ataques hoje lançados por Israel e EUA, o secretário-geral da FIFA afirmou que a situação continuará sendo acompanhada.
"Tivemos uma reunião hoje e é prematuro comentar em detalhe, mas acompanharemos os desenvolvimentos em torno de todas as questões ao redor do mundo", lançou, citado pela ESPN.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que recebeu o Prémio da Paz da FIFA das mãos do presidente deste organismo, Gianni Infantino, em dezembro, anunciou hoje o início dos ataques com mísseis contra o Irão, classificando a missão como uma "grande operação de combate".
Israel e os EUA lançaram hoje uma série de bombardeamentos contra o Irão com o objetivo declarado de forçar uma mudança de regime.
O Irão respondeu com ataques sobre Israel e contra as bases militares dos EUA na região.
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