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89% - Portugal não perdeu por falta de iniciativa ofensiva. A turma das quinas esteve instalada nas zonas mais adiantadas do terreno e terminou com 88,5% de posse no terço ofensivo (’field tilt’). Faltou qualidade no ‘cerco’
18 - Já em Alvalade os lusos apostaram em duelos aéreos no ataque... sem sucesso. Voltou a repetir-se o cenário em Dublin, com Portugal a fazer 21 cruzamentos e a disputar 18 duelos aéreos ofensivos. Só ganhou 5
783 - Passes e mais passes e mais passes. Portugal estabeleceu os seus máximos de entregas realizadas (783) e completas (718). Contudo, sem resultados práticos
13 - Os comandados de Roberto Martínez também apostaramna pressão. Nunca Portugal havia realizado tantas ações defensivas no meio-campo contrário (13) nesta qualificaçã
819 - Número incrível: Vitinha, o português mais esclarecido, estabeleceu novo recorde da qualificação de metros ganhos em condução com a bola (819), mais 308 que o segundo melhor registo. Esteve quase sozinho
Portugal continua bem posicionado no 6.º lugar
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