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Mário Semedo sobre caução: «Vamos falar com a FIFA, não faz sentido»

Mário Semedo
• Foto: Federação Cabo-verdiana de Futebol

A administração norte-americana liderada por Donald Trump tenciona impor o 'Visa Bond Pilot Program', (cerca de 13 mil euros) a cidadãos de 50 países, entre os quais Cabo Verde.

Mário Semedo, presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol, falou a Record sobre a situação e promete falar com o organismo que está a organizar o próximo Mundial, onde os Tubarões Azuis se irão estrear.

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"Vamos colocar a questão à FIFA. Não faz sentido haver este tipo de situações com jogadores, funcionários e público na maior festa do futebol. Não entendemos bem estes condicionalismos. Vamos tentar perceber junto da FIFA o que é isto porque a questão do visto da entrada é sempre uma questão a ter de ser discutida", defendeu o líder máximo do futebol cabo-verdiano.

Cabo-Verde tem cerca de 530 mil habitantes, mas Mário Semedo não teme que este programa condicione o apoio à seleção, uma vez que há cerca de 750 mil emigrantes cabo-verdianos nos Estados Unidos. "Não temos medo de não ter adeptos porque temos uma grande comunidade nos Estados Unidos. E com números superiores aos que vivem em Cabo Verde. Partir daqui com todos os que gostariam de marcar presença seria sempre muito difícil", explicou.

A seleção orientada por Bubista enfrenta na madrugada desta sexta-feira, às 03h00, o Chile e, na madrugada de segunda-feira, às 04h00, a Finlândia. Ambos os jogos se realizam em Auckland, na Nova Zelândia, no contexto do FIFA Series, um conjunto de amigáveis para preparar o Mundial'2026.

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"A motivação está em alta, naturalmente. Como é óbvio, todos estão motivados e com vontade de preparar a nossa estreia no Mundial", concluiu o presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol.

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