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81% - Portugal teve muita bola, é verdade, exceto no final do encontro, altura em que a Hungria aproveitou para fazer estragos. Os lusos fecharam com 80,6 por cento de posse no terço ofensivo.
14 - Número preocupante. Até chegar a este jogo, a formação das quinas tinha registado, no máximo, três perdas de posse no terço defensivo. Frente aos húngaros acumulou 14.
54 - Nos duelos individuais Portugal também esteve longe do melhor. A Hungria ganhou nada menos que 54, mais 13 que a formação portuguesa. Assim fica difícil.
17 - A Seleção Nacional permitiu muitos remates aos húngaros. Os magiares dispararam 17 vezes, batendo o máximo da equipa nesta fase de qualificação, que não passava dos 13.
3 - A capacidade física da Hungria, em especial na defesa, explica em grande parte este número. Dos dez duelos aéreos ofensivos disputados por Portugal, os lusos venceram somente três.
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