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O vencedor da final do Mundial'2026 entre Espanha e Argentina, que se disputa no domingo, nos Estados Unidos, vai receber um prémio recorde de 50 milhões de dólares (43,71 milhões de euros, ao câmbio atual).
O vencedor da partida agendada para o Estádio MetLife, em East Rutherford, receberá mais oito milhões de dólares (6,9 milhões de euros) do que a Argentina ganhou ao conquistar o título no Qatar, em 2022, e mais 20 milhões (17 milhões de euros) do que a Espanha arrecadou quando venceu o seu único Mundial, em 2010, na África do Sul.
O segundo classificado receberá 33 milhões de dólares (28,8 milhões de euros), o terceiro classificado 29 milhões de dólares (25,3 milhões de euros) e o quarto classificado 27 milhões de dólares (23,6 milhões de euros).
A eliminação da seleção portuguesa nos oitavos de final, zona que abrange do nono ao 16.º lugares, fixa o prémio em 15 milhões de dólares (cerca de 13 milhões de euros).
Portugal despediu-se do torneio em 06 de julho, caindo perante a finalista Espanha, que venceu os lusos por 1-0.
Cada seleção recebe igualmente as taxas de participação atribuídas pela FIFA. Em abril, o organismo anunciou um aumento de 15% nas verbas destinadas às 48 seleções participantes, elevando o total para 871 milhões de dólares (761,6 milhões de euros).
Cada federação recebeu 10 milhões de dólares (8,7 milhões de euros) pela qualificação, 2,5 milhões (2,1 milhões de euros) para preparação e apoio logístico, num total de 16 milhões de dólares (13,9 milhões de euros).
Os clubes também são compensados: recebem 11 mil euros (9,6 mil euros) por dia por cada jogador cedido às seleções.
O torneio, que decorre desde 11 de junho até domingo, soma 104 jogos e assinala uma organização inédita a três: Estados Unidos, México e Canadá.
Espanha, campeã em 2010, e Argentina, triunfante em 1978, 1986 e 2022 e detentora do troféu, decidem a 23.ª edição do Campeonato do Mundo no domingo, às 15:00 locais (20:00 em Lisboa), no Estádio MetLife, em East Rutherford, nos Estados Unidos, numa inédita final entre os vencedores do Europeu de 2024 e das derradeiras duas Copas América, em 2021 e 2024.
Por Lusa