Scaloni quer a "melhor versão" da Argentina na final do Mundial: «Quando a bola começa a rolar...»
Selecionador elogia Espanha, adversária do derradeiro jogo do Campeonato do Mundo
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O selecionador argentino, Lionel Scaloni, desvalorizou a importância da experiência de ter disputado a final do último Mundial anterior, no Qatar, e o 'know how' que essa partida pode trazer à seleção sul-americana no derradeiro jogo de amanhã, frente a Espanha (20H), em Nova Jérsia.
"Eles [Espanha] também têm jogadores que jogam em grandes palcos. Quando a bola começa a rolar, os jogadores esquecem a pressão. Não creio que seja uma dificuldade, pelo contrário. Não é fundamental ter a experiência de ter jogado uma final, até porque eles também disputaram as dos Europeu e da Liga das Nações", relativizou.
O técnico campeão do mundo reconhece a necessidade de a Argentina apresentar "a melhor versão", destacando o feito "extremamente precioso e emocionante" de ter unido uma nação.
"Redescobrimos algo extremamente precioso, ou seja, o facto de as pessoas assistirem aos nossos jogos pela televisão, com a camisola da Argentina vestida, abraçados", referiu Scaloni, ilustrando o feito com a comunhão entre adeptos de clubes rivais como Boca Juniors e River Plate ou entre Newell's Old Boys e Rosario Central.
Pela frente, a Argentina vai deparar-se com a Espanha, que vai disputar a sua segunda final de um Campeonato do Mundo, depois do triunfo em 2010, na África do Sul, sob arbitragem do esloveno Slavko Vincic.
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