Tony Popovic: «Custa quando chegámos tão perto...»
Selecionador da Austrália diz que os jogadores que falharam no desempate vão ficar bem
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Tony Popovic era naturalmente a voz do desalento australiano após o adeus ao Mundial'2026. Ainda assim, apesar de afastado nos 16-avos pelo Egito no desempate por penáltis, o técnico da equipa da Oceânia mostrou-se agradado pelo que viu em campo e aproveitou para deixar uma palavra de apoio a quem não conseguiu converter no desempate por penáltis (Harry Souttar e Lucas Herrington) e ainda defendeu a sua opção de lançar Matthew Ryan para defender os penáltis.
"Custa quando chegámos tão perto. Fomos afastados num desempate por grandes penalidades. É difícil de lidar. Estamos desapontados. Fizemos a nossa parte. Os jogadores [que falharam as grandes penalidades] vão ficar bem. A decisão de colocar o Mathew Ryan [no lugar do guarda-redes titular, Patrick Beach] foi tomada durante o jogo. Era uma opção. Com dois minutos por jogar no prolongamento e sem lesões, tínhamos uma substituição e colocámos o Mathew.
Se [o Lucas Herrington] tivesse marcado, estaríamos todos a falar o quão fantástico ele é por marcar num desempate por grandes penalidades aos 18 anos. Se confiei nele para jogar em partidas do Mundial'2026, por que não haveria de confiar para bater um penálti.
O Egito esteve forte nos últimos cinco minutos [do tempo regulamentar]. No prolongamento, tivemos compostura. Se havia equipa que poderia ter marcado no prolongamento, éramos nós".
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