Ninguém toca na estátua de Rocky Balboa: adeptos do Brasil tentam fugir da maldição antes do Haiti
Foi até criado um aviso para não vestir a amarelinha na figura da personagem do filme
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O futebol é jogado dentro do campo, o que conta é o que é feito nas quatro linhas com a bola nos pés (ou na cabeça), mas há também um aspeto mental sempre em jogo. E muitas superstições, tanto de jogadores como de treinadores e até adeptos. Neste Mundial há algumas que vão sendo alimentadas. Umas para o lado positivo, como talismãs. Outras pelo lado negativo, como verdadeiras maldições.
Em Filadélfia há uma que joga pelo lado negativo. E que perdura no tempo há vários anos. Envolve a famosa estátua de Rocky Balboa, numa lenda que nasceu em 2018. Desde então, diz essa mesma tradição, que quando os adeptos de uma equipa que não a local vestem a sua camisola à estátua... acabam por perder. Tudo começou com os Minnesota Vikings em 2018, quando um grupo de fãs vestiu Rocky de roxo e amarelo e acabou por perder a final da NFC por 38-2. A cena repetiu-se no mesmo ano, com os New England Patriots a serem as novas vítimas, 'permitindo' aos Philadelphia Eagles, a equipa da NFL da cidade, vencer o Super Bowl por 41-33.
E já chegou também ao Mundial. Na primeira jornada, no domingo, um grupo de adeptos equatorianos viu a estátua, achou interessante vesti-la com a camisola da sua seleção e... deu mau resultado. A Costa do Marfim venceu por 1-0 o embate entre as duas equipas.
Por isso, a pouco mais de 24 horas do jogo com o Haiti, há já uma palavra de ordem entre os grupos de adeptos brasileiros que vão estar em Filadélfia. Podem fazer tudo (ou quase tudo, vá...) menos colocar a amarelinha na estátua de Rocky Balboa. "Atenção, torcedor. Pode cantar, bater tambor, fazer a festa. Mas colocar a amarelinha no Rocky está proibido! Tem zica [maldição] que é melhor não testar", podia ler-se no apelo feito pelo Movimento Verde Amarelo nas redes sociais.
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