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Árbitro da Somália foi impedido de entrar nos EUA devido a "ligações a suspeitos de integrarem organizações terroristas"

Funcionário da CBP [Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA] emitiu comunicado

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Árbitro impedido de entrar nos EUA recebido em apoteose no regresso à Somália
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A administração Trump afirma que o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi impedido de entrar nos EUA para apitar jogos do Mundial'2026 devido a "ligações a suspeitos de integrarem organizações terroristas". 

"Após uma inspeção mais detalhada por parte da CBP [Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, em português], foram descobertas informações desfavoráveis, incluindo a ligação com suspeitos de integrarem organizações terroristas. A administração do presidente Trump não permitirá a entrada de qualquer ameaça à segurança no nosso país, ponto final", escreveu um funcionário da CBP em comunicado, citado pelo 'The Times'.

Na terça-feira, o governo da Somália considerou "lamentável" a proibição de entrada nos EUA imposta a Omar Abdulkadir Artan, que deveria ser o primeiro somali a arbitrar jogos num Mundial. Em comunicado, o ministério de Juventude e Desporto da Somália explicou que está a trabalhar em articulação com o ministério dos Negócios Estrangeiros para "através da via diplomática" falar com "as autoridades competentes dos Estados Unidos e da FIFA para obter uma explicação clara sobre o assunto".

"Vou estar no próximo Mundial" em 2030, assegurou Artan, que espera estar no próximo campeonato, que se vai disputar em Portugal, Espanha e Marrocos.

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