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AVAR do polémico gesto no Alemanha-Curaçau reage: «O movimento foi um espasmo involuntário e subconsciente»

Shaun Evans também acabou inocentado pela FIFA, que garante não ter encontrado "nenhuma evidência de violações do Código Disciplinar"

O gesto de AVAR do Alemanha-Curaçau que está a dar que falar
O gesto de AVAR do Alemanha-Curaçau que está a dar que falar • Foto: Frame/LiveModeTV
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O videoárbitro Shaun Evans garante que o polémico gesto feito antes do Alemanha-Curaçau (7-1) nada teve a ver com grupos de supremacistas brancos nem com qualquer outra razão política ou racial, mas que se tratou, sim, de uma mera ação involuntária.

“Gostaria de esclarecer que não fiz nenhum gesto ou símbolo com a mão intencionalmente para comunicar uma mensagem, afiliação, jogo ou crença de qualquer tipo. A única explicação que posso oferecer é que o movimento foi um espasmo involuntário e subconsciente, e eu não tive consciência de tê-lo feito na hora. Mais tarde durante a partida há imagens que mostram que repeti esse movimento várias vezes enquanto segurava uma caneta entre os dedos", disse o visado, acrescentando. "Apitar um jogo da Copa do Mundo é a maior honra da minha carreira e estou ansioso para apoiar os meus colegas durante o restante do torneio."

O painel antidiscriminação Fare, que trabalha com a FIFA, pediu que Shaun Evans fosse expulso do Mundial, depois de o australiano ter feito um gesto conotado com grupos de supremacistas brancos. Quando a transmissão do jogo entre Alemanha e Curaçau, no domingo, mostrou a sala da videoarbitragem, Shaun Evans fez o símbolo ‘OK’ [polegar e indicador a formar um círculo e os outros dedos estendidos] com a mão direita. Contudo, após analisar o caso, a FIFA explicou que não encontrou "nenhuma evidência de violações do Código Disciplinar" e por isso decidiu não tomar medidas.

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