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Caos na seleção de Curaçao a um mês do Mundial: selecionador demitiu-se e Advocaat pode voltar

Fred Rutten deixou cargo devido ao ambiente no grupo

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Advocaat garantiu apuramento histórico
Advocaat garantiu apuramento histórico • Foto: AP

Uma presença histórica e absolutamente inesperada transformou-se, a um mês do arranque do Mundial'2026, numa enorme confusão. Curaçao ficou sem selecionador, depois de Fred Rutten ter decidido dar por terminada a sua curtíssima passagem pelo comando da seleção caribenha. Agora, escreve a imprensa internacional, tudo se alinha para que seja Dick Advocaat, o selecionador que comandou a equipa a este apuramento histórico, a voltar ao cargo.

De acordo com comunicado de Rutten, citado pela 'Kicker', a decisão de deixar o cargo estará relacionada com o ambiente que se vive no grupo de trabalho: "Não devemos permitir que se desenvolva um clima que prejudique as relações profissionais saudáveis dentro do plantel e da equipa técnica. É, por isso, aconselhável a demissão", explicou o agora ex-selecionador da pequena ilha do Caribe, que na sua passagem pelo cargo acumulou duas derrotas: 0-2 diante da China e 1-5 perante a Austrália.

A saída de Advocaat do cargo, refira-se, não teve a ver com aspetos desportivos ou relacionados com a equipa, mas antes por motivos pessoais, devido à saúde da sua filha. Agora, ao que tudo indica, o período mais complicado já terá sido superado e a recuperação está a ser bastante positiva, pelo que não haverá entraves para o seu retorno. Se acontecer, o holandês irá tornar-se no selecionador mais velho de sempre num Mundial - com 78 anos -, superando Otto Rehhagel, que em 2010 orientou a Grécia aos 72 anos.

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