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Problema familiar afasta o técnico holandês da visita à Jamaica, onde a equipa precisa empatar para se apurar
Com uma área de 444 km2 e cerca de 155 mil habitantes, a ilha de Curaçau, nas Caraíbas, pode viver um momento histórico na noite de amanhã, já madrugada de quarta-feira em Portugal: a sua seleção está à beira de se apurar pela primeira vez para a fase final de um Mundial de futebol. No entanto, a seleção caribenha não contará com o selecionador Dick Advocaat no jogo decisivo, na Jamaica, onde um empate é suficiente para Curaçau fazer a festa.
O veterano técnico holandês, de 78 anos, foi obrigado a regressar a casa devido a um problema familiar, mas deixou um voto de confiança à equipa. “É uma decisão muito difícil ter de deixar os rapazes. Tomei-a com grande pesar, mas a família é mais importante do que o futebol. Vou manter um contacto próximo com a equipa técnica a partir da Holanda. Confio plenamente nos meus jogadores”, referiu o antigo selecionador holandês.
Já o capitão Leandro Bacuna mostrou-se mais motivado do que nunca. “Isso deve servir como motivação extra para nós. Jogamos não só por nós e pela nossa ilha, mas também pelo nosso treinador”, frisou.
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