"Desastrosa", um "verdadeiro caos" e "surreal": a arbitragem de João Pinheiro no Argentina-Suíça vista lá fora
Portal Archivo VAR fala num árbitro que "não está à altura de nenhum jogo importante que se preze"
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O portal Archivo VAR, que trata assuntos relacionados com arbitragem, não teve dúvidas ao atribuir a João Pinheiro, que dirigiu o Argentina-Suíça (3-1 após prolongamento), a nota mais baixa - 2 em 10 - entre os árbitros que estiveram em campo nos jogos dos quartos-de-final do Mundial'2026. Na análise à prestação do português, a mesma fonte fala mesmo numa exibição "desastrosa" que se foi tornando num "verdadeiro caos" com o passar dos minutos.
"Arbitragem desastrosa de João Pinheiro no jogo entre Argentina e Suíça, onde o árbitro português demonstrou que, apesar de estar nos quartos-de-final do Mundial, não está à altura de nenhum jogo importante que se preze. Na verdade, os jogadores demoraram apenas alguns minutos a 'desmontar' o critério escolhido. Por isso, em vez de se manter firme, decidiu reajustar-se a cada jogada, avaliando o panorama geral do jogo para saber se devia ou não assinalar a infração. É daqueles árbitros que procuram equilibrar cartões e infrações com base em cartões mal mostrados e infrações mal assinaladas. Um verdadeiro caos. Além disso, foi o próprio quem gerou a jogada mais controversa da partida, ao mostrar um cartão surreal a Paredes e ter de recorrer ao ecrã para expulsar Embolo por simulação nessa mesma jogada, devido à nova regra de 'identidade errada'", pode ler-se.
Além de João Pinheiro, refira-se que também os outros três árbitros foram avaliados. Facundo Tello, que esteve no França-Marrocos (2-0), recebeu uma nota de 4,5, ao passo que Michael Oliver, que dirigiu o Espanha-Bélgica (2-1), mereceu elogios depois de uma "arbitragem aceitável" (nota 6). Quem não foi tão feliz foi o francês Clément Turpin, que recebeu nota 2,5 no Noruega-Inglaterra (1-2).
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