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Regresso da squadra azzurra ao Mundial está à distância de um triunfo diante da Bósnia
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Já se passaram doze anos do último Campeonato do Mundo em que a Itália participou - falhou as duas últimas edições em 2018 e 2022 - e os transalpinos estão cansados de esperar. A seleção italiana está a uma vitória de regressar ao torneio que conquistou em quatro ocasiões - 1934, 1938, 1982 e 2006 -, mas tem a Bósnia pela frente, que promete não facilitar na final do playoff de acesso ao Mundial.
O objetivo da squadra azzurra é claro e Gennaro Gattuso, selecionador italiano, nem imagina a possibilidade de sair derrotado, voltando a falhar a competição. “Este não é o momento para falar sobre perder! Seria uma deceção e um grande golpe se não nos classificássemos, mas não vamos começar a tirar conclusões precipitadas”, afirmou o treinador italiano, que participou na squadra azzurra que venceu o Mundial em 2006.
Gattuso deixou claro que, seja qual for o contexto do jogo, há uma coisa que não pode faltar: “Em certos momentos da nossa história, fomos campeões mesmo sem sermos os mais fortes, graças à nossa determinação e espírito competitivo. É isso que nunca pode faltar.”
Apesar do favoritismo para o duelo em Zenica, a ansiedade assombra o plantel italiano e Gennaro Gattuso não esconde o peso das emoções em campo. “Quando não podes cometer erros, os jogos são bem mais difíceis e os jogadores têm noção disso”, afirmou o selecionador italiano, que reiterou o respeito pelo rival. “Temos de respeitar o adversário! Não há diferença entre jogar com o País de Gales ou a Bósnia”, concluiu.
Também Gianluigi Donnarumma, o guardião azzurro, garantiu estar determinado a vencer os bósnios, já que, desde que se estreou no futebol profissional, nunca participou no Mundial. “Estou orgulhoso de tudo o que fiz com a seleção. Já perdi dois Campeonatos do Mundo, mas agora estou determinado a levar a Itália de volta ao lugar que merece. Só nós sabemos o que passámos quando não nos classificámos”, frisou o guarda-redes, de 27 anos, do Manchester City.
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