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Samu Costa reage à convocatória para o Mundial: «Poder surpreender e ir contra as 'odds' é uma motivação»

Médio do Maiorca foi um dos 27 eleitos por Roberto Martínez, na lista divulgada esta terça-feira

Samu Costa foi um dos 27 eleitos por Roberto Martínez para o Mundial
Samu Costa foi um dos 27 eleitos por Roberto Martínez para o Mundial • Foto: Lusa/EPA

Samu Costa estava, naturalmente, muito satisfeito por ter sido chamado por Roberto Martínez para representar a Seleção Nacional no Mundial'2026. Em declarações ao Canal 11, o médio do Maiorca admitiu que foi no estágio de março que sentiu que estava, de maneira positiva, mais perto de "dificultar as escolhas do treinador".

"Vi a convocatória em casa com a minha família. Não sabia de nada antes de ver em direto e sim, estou super feliz. Sei que me preparei a temporada inteira para este momento e quero continuar o meu trabalho e poder ajudar a Seleção", começou por afirmar.

Como foi o momento em que viu o seu nome? "Foi um momento emocionante. Só eles [família] sabem o que tive de trabalhar para chegar ao Mundial. Sofremos muito, esforçámo-nos muito e foi um momento super feliz. Mas sei que estou bastante preparado e que vou dar respostas".

Roberto Martínez destacou muito a sua garra... Essa é uma das 'armas' que tem? "Sempre fui um jogador com bastante garra, bastante atitude. É assim que encaro a minha vida e que fui ensinado pelo meu pai e por vários treinadores que tive. É um dos pontos fortes que tenho, entre outros. Estou neste grupo para ajudar, para dar o melhor de mim, representar as pessoas, e podem esperar um Samu com a mesma atitude nos treinos e nos jogos".

Esta foi a sua temporada mais afirmativa em termos ofensivos... "Era um ano de Mundial e eu sentia que tinha de dar um passo em frente, melhorar o meu jogo, e foi um compromisso com os treinadores que tive no Maiorca. Acreditaram bastante em mim e sabiam que eu tinha potencial para fazer golos e assistências. Foquei-me muito nesse aspeto, trabalhei para ajudar a equipa e acho que esse fator dos golos e chegada à área convenceu o mister".

Vê-se mais como um '6' ou mais como um '8'? "Eu vejo-me onde o treinador decidir. Sempre foi assim na minha carreira. Vários treinadores que tive em Espanha pediram-me treinadores diferentes e sempre trabalhei para poder render. Se o mister me quiser como uma box-to-box estou preparado, como um '6' também...".

Quando se pensa em estar num Mundial, qual o cenário que surge na cabeça? "Tenho uma maneira muito simples de encarar o meu trabalho e o futebol, que é o dia-a-dia. Poder render em qualquer situação, seja qual o rival, se estiver a chover, sol, seja como estiver o campo. O meu objetivo é sempre render, ajudar a equipa, e sinto que sempre me fui preparando para momentos como este. Vou encarar o Mundial da mesma maneira como encaro no clube: trabalhar no dia-a-dia, melhorar, e no que o mister me puder ajudar vou ser todo ouvidos".

Até que ponto é que o estágio de março foi determinante para sentir que podia estar no Mundial? "Vi o estágio de março como uma oportunidade para me mostrar outra vez. Mentalmente, sei que estava bastante preparado para corresponder ao que me fossem pedir. E nesse jogo, num estádio como o Azteca, senti que aquele corte era muito importante e celebrei-o. É a maneira como encaro o futebol, os treinos. Senti que estava mais perto de, pelo menos, dificultar as escolhas do treinador".

E agora? Olhar para o Mundial neste contexto, é sonhar com o quê? "Antes do Mundial ainda tenho um jogo sábado pelo Maiorca, onde podemos ficar na 1.ª Liga. Para ser sincero, neste momento é onde está o meu foco. Não gosto muito de falar em candidatos porque tem de se mostrar no campo, a equipa mentalmente mais forte vai ganhar. Penso em melhorar a curto prazo e talvez ninguém estivesse à espera que eu fosse convocado. Isso para mim é como se fosse uma motivação extra, de poder sempre surpreender e ir contra as 'odds'. Espero agora poder ajudar o Maiorca, que é um clube pelo qual tenho muito carinho".

Relação com os outros jogadores: "Tenho boa relação com todos, todos me receberam bem e foram cinco estrelas comigo. Normalmente o meu par é o João Félix ou o Pedro Neto e vou ver quem está mais inspirado. Num jogo de cartas? É sem dúvida [uma dupla vencedora]".

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