Suécia'1958: O campeão que deu um rei ao Mundo
Só quando Feola chamou Pelé e Garrincha o Brasil arrancou para o título. Estava vingado o Maracanazo
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O Mundial de 1958 tem o enquadramento do início de um ciclo; da génese de uma história marcante para o futebol, que nunca mais foi o mesmo a partir do momento em que um dos maiores génios de sempre entrou em cena. A vida deu-lhe um nome (Edson Arantes do Nascimento), o planeta eternizou-o como Pelé, o Rei. Quando chegou à Suécia, integrado numa seleção com aspirações moderadas, apesar da imensa qualidade dos seus jogadores, tinha 17 anos e concentrava uma esperança que o selecionador foi adiando. Vicente Feola, com uma carreira ligada ao São Paulo, resistiu até poder à inclusão do menino no onze. Ele e um tal de Mané Garrincha, sete anos mais velho, mas igualmente problemático e pouco fiável, tiveram de aguardar por uma oportunidade para se mostrarem. Quando a tiveram, mostraram-se em todo o esplendor.
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