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11:04

Todas as reações ao 'caso Balogun': «FIFA e Infantino mostram quem realmente são»

Casa Branca terá contactado diretamente a FIFA e Gianni Infantino

11:38 há 1 minutos

Stale Solbakken: «Foi um erro tremendo por parte da FIFA»

Após a vitória com o Brasil (2-1), Stale Solbakken, selecionador da Noruega, também falou sobre o 'caso Balogun', considerando que a anulação do cartão vermelho ao avançado dos EUA foi um "tremendo erro por parte da FIFA" e que é uma decisão que "vai prejudicar" o Mundial.

"Foi um erro tremendo por parte da FIFA. Foi uma conclusão pouco feliz. Viu o cartão vermelho e confirmaram que era mesmo cartão vermelho. Acabou por ser afastado do jogo, ou seja, o cartão significava que ficaria de fora do jogo seguinte", começou por referir, citado pelo 'GloboEsporte'.

"O pior desta situação é que, se derrotarem a Bélgica, vão ter sempre esse ponto extra. Se calhar jogam bem, a Bélgica vai ficar furiosa. Se chegarmos a esse ponto, e o próximo cartão vermelho? O que acontece? Vão arranjar uma comissão em algum lado que vai retirar essa punição também? Ou seja, foi uma decisão muito, muito, muito má, que vai prejudicar o Mundial. E também lamento pelos Estados Unidos, porque, se a seleção ganhar, é um fator que vai estar sempre na balança. É mau para o desporto e uma má decisão por parte da FIFA", acrescentou.

11:30 há 9 minutos

Wayne Rooney: «Infantino deveria ter vergonha disto»

Wayne Rooney também já reagiu ao 'caso Balogun', dando o exemplo do que aconteceu consigo antes do Euro'2012. Em declarações na BBC, o antigo internacional referiu que Infantino, presidente da FIFA, deveria ter "vergonha disto". 

"Apanhei uma suspensão de três jogos antes do Euro'2012, por isso ia falhar os três jogos da fase de grupos e, basicamente, disseram-me que se fosse à Suíça dar um treino a um grupo de miúdos me retiravam o terceiro jogo. Não concordava com aquilo, mas aceitei fazê-lo porque não queria a suspensão de três jogos, embora achasse que aquilo estava errado. Mas este castigo ficar suspenso? Ou retiram o cartão vermelho - o que acho que seria provavelmente a decisão correta e assim ele podia jogar - ou então não. Mas deixar a suspensão sob condição durante um ano acho que é uma vergonha absoluta e o Infantino devia ter vergonha disto porque acho que o desportivismo está aqui em causa. Se eu fosse o adversário dos EUA, ficaria absolutamente furioso. Acho que está errado em todos os aspetos. Acho que é uma vergonha absoluta", afirmou. 

10:53 há 46 minutos

Duro comunicado da UEFA: «Foi ultrapassada uma linha vermelha»

A UEFA também já reagiu ao escândalo e diz em comunicado que foi ultrapassada uma "linha vermelha".

"O futebol, como qualquer outro desporto, assenta em regras, que constituem a base de uma competição justa, honesta e transparente. Por vezes, as regras estão abertas a interpretação. Neste caso, não. A suspensão automática mínima de um jogo na sequência de um cartão vermelho não é uma opção discricionária nem depende da decisão de um órgão competente para entrar em vigor. Trata-se de um princípio consagrado nos regulamentos, que não pode ser sujeito a exceções, muito menos a meio de um torneio em que vários outros jogadores passaram pela mesma situação e cumpriram regularmente a respetiva suspensão", pode ler-se

E acrescenta: "Quando a certeza da aplicação das regras deixa de ser garantida por quem tem o dever de as salvaguardar, a integridade do jogo fica em causa e a credibilidade de uma competição é comprometida. Além disso, esta decisão cria um precedente no torneio em curso, fazendo com que situações semelhantes passem agora a exigir tratamento idêntico, em prejuízo da própria competição."

"O futebol é o desporto mais amado do mundo porque é um belo jogo e inspira confiança porque é praticado em todo o lado segundo as mesmas leis. Um torneio nunca é um acontecimento isolado e, quando o torneio em causa é o Campeonato do Mundo, tem o poder de gerar consequências positivas ou negativas para o futebol no seu todo", conclui.

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10:26 há 1 horas

«Já ouvi dizer que FIFA rima com máfia. Eu não iria tão longe. Mas a verdade é que FIFA já não rima com quase nada»

"Já ouvi dizer que FIFA rima com máfia. Eu não iria tão longe. Mas a verdade é que FIFA já não rima com quase nada. A cumplicidade (para não dizer outra coisa) entre o presidente desta organização mundial (que acaba de perder toda a credibilidade perante os verdadeiros adeptos de futebol) e o ocupante da Casa Branca… atingiu o auge do absurdo, e até da vergonha", diz o jornalista Vicent Langendries na rádio e televisão pública francófona RTBF.

10:23 há 1 horas

«FIFA e Infantino mostram quem realmente são»

No jornal flamengo De Standaard, Bart Lagae afirma que "mesmo antes de um jogo decisivo entre Bélgica e Estados Unidos, a FIFA e Infantino mostram quem realmente são", devido a uma decisão que surgiu "de forma completamente inesperada".

10:20 há 1 horas

O que diz a imprensa belga

 "Desde a sua criação, a FIFA tem afirmado vender imparcialidade. Ao levantar a suspensão do melhor marcador da seleção dos Estados Unidos na véspera do jogo dos oitavos de final contra a Bélgica, esta instituição, nada venerável, acabou de pôr a sua imparcialidade à venda", pode ler-se no jornal Le Soir.

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10:18 há 1 horas

Blatter: «Quo vadis, FIFA?»

"Os cartões vermelhos não são anulados por telefonemas políticos. São anulados com base nas regras, nas provas e por órgãos independentes. Se um Presidente dos Estados Unidos intervém junto do Presidente da FIFA - e um jogador é subitamente ilibado antes de um jogo a eliminar do Campeonato do Mundo - a pergunta torna-se inevitável: Quo vadis, FIFA? O futebol nunca deve tornar-se um campo de jogo para o poder político", considera Joseph Blatter, antigo presidente da FIFA.  

10:13 há 1 horas

Onda de indignação

Folarin Balogun recebeu autorização para disputar o jogo contra a Bélgica, depois de ter sido expulso na partida dos Estados Unidos contra a Bósnia, na passada quinta-feira. De acordo com o jornalista Ben Jacobs, a Casa Branca terá contactado diretamente a FIFA e Gianni Infantino para que a revisão fosse feita, o que está a gerar uma onda de indignação.

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