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Borja Iglesias e o cumprimento de Trump: «Que tudo aconteça muito depressa e eu possa esquecer»

Avançado explicou que terá de se resignar a cumprimentar o líder norte-americano na final em Miami

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Borja Iglesias
Borja Iglesias • Foto: AP
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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, irá marcar presença no relvado do MetLife Stadium em Nova Jérsia, para entregar o troféu à equipa vencedora do Mundial. Além disso, o líder dos EUA deverá cumprimentar todos os jogadores no momento em que estes forem receber as medalhas de ouro e prata, consoante os respetivos destinos de Espanha e Argentina.

Do lado dos espanhóis, o avançado Borja Iglesias não está com grande vontade de cumprimentar Trump, conforme previsto pelo protocolo da FIFA. “Não quero ir para a prisão, [por isso vou fazê-lo]”, começou por dizer à revista Panenka entre muitos risos. “Espero que aconteça num momento em que todos estaremos muito felizes, que tudo aconteça muito depressa e eu possa esquecer”, acrescentou.

O jogador de 33 anos já comentou vários acontecimentos políticos no passado, tendo-se colocado a favor dos protestos pró-palestinianos, por exemplo. Ainda assim, o goleador do Celta de Vigo explicou que não tem o poder para mudar tanto como desejaria. “Penso que não é o momento para criar polémicas, as pessoas sabem perfeitamente o que penso. Gostava imenso de fazer muitas coisas, mas, mesmo que as pessoas achem que sou todo-poderoso, não tenho assim tanto poder para enfrentar certas situações”, confessou o espanhol, que soma um minuto no Mundial.

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