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Mauricio Pochettino e o 'caso Balogun': «Se estivesse no banco adversário celebraria...»

Selecionador dos EUA considera que "99,9% das pessoas concordam que foi um cartão vermelho injusto"

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Mauricio Pochettino
Mauricio Pochettino • Foto: AP
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Mauricio Pochettino elogiou a decisão da FIFA de . Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo dos 'oitavos' do Mundial com a Bélgica (01h00), o selecionador dos EUA sublinhou que a sua equipa já foi "suficientemente castigada (...) por uma decisão que foi completamente injusta" e que "99,9% das pessoas concordam que foi um cartão vermelho injusto".

"Todos os que realmente amam o desporto e confiam na ética e na integridade celebram esta decisão. Já fomos suficientemente castigados contra a Bósnia ao jogar com 10 homens durante 30 minutos devido a uma decisão que foi completamente injusta. 99,9% das pessoas concordam que foi um cartão vermelho injusto", disse, citado pelo 'The Guardian', antes de ser questionado se Donald Trump deve estar envolvido em questões que não são políticas. "Não,não. Não podemos misturar".

"Não sei como é que as pessoas podem ficar surpreendidas. Isto já aconteceu no passado. Não é algo extraordinário que só tenha acontecido connosco. Temos visto muitos lances neste Mundial que - felizmente, e ainda bem - não resultaram no tipo de castigo que nós recebemos, porque isso também teria sido injusto. É por isso que agora, se estivesse no banco adversário, celebraria. Perder um jogo num Mundial é duro para um jogador, e se um jogador que vamos enfrentar for suspenso de forma injusta, ficando impedido de jogar pela sua seleção, é realmente duro", acrescentou.

"Se alguém saiu prejudicado nesta situação foram os Estados Unidos (...) Não nos estamos a fazer de vítimas, mas também não somos, certamente, os vilões desta história", finalizou.

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