FIFA rejeita recurso da França e mantém cartão amarelo a Michael Olise
Extremo gaulês à bica no duelo frente a Marrocos, nos quartos de final do Mundial
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A FIFA manteve o cartão amarelo mostrado ao futebolista Michael Olise na vitória da França frente ao Paraguai (1-0), nos oitavos de final do Mundial2026, rejeitando um recurso da federação gaulesa, anunciou hoje o selecionador Didier Deschamps.
"Recebemos uma notificação da FIFA esta manhã e o cartão permanece válido", afirmou o técnico em conferência de imprensa, em Foxborough, nos Estados Unidos, onde os 'bleus' vão defrontar o campeão africano Marrocos na quinta-feira, no primeiro encontro dos 'quartos' da competição.
No domingo, a Federação Francesa de Futebol (FFF) tinha solicitado à FIFA a suspensão do cartão amarelo com que Olise foi admoestado em tempo de compensação frente ao Paraguai, após uma altercação com Matías Galarza.
Olise, de 24 anos, foi sancionado pelo árbitro uzbeque Ilgiz Tantashev aos 90+7 minutos, embora não tenha tocado no rosto de Galarza, conforme comprovam as imagens televisivas, apesar de o paraguaio ter simulado uma agressão do francês nessa altercação, caindo de imediato no relvado.
Autor de cinco assistências em outros tantos jogos, o avançado pode falhar as 'meias' numa eventual passagem da França, campeã em 1998 e 2018 e finalista vencida em 2022, se receber nova advertência frente a Marrocos.
Caso contrário, e se os europeus avançarem, Olise ficará com o respetivo registo disciplinar limpo, tal como qualquer jogador envolvido nas 'meias'.
Além do dianteiro do bicampeão alemão Bayern Munique, os compatriotas Bradley Barcola e Manu Koné chegam em risco de exclusão ao jogo com Marrocos, quarto classificado em 2022, sendo que o vencedor encontrará na fase seguinte a Espanha, campeã em 2010 e detentora do título europeu, que afastou Portugal nos 'oitavos' (1-0), ou a Bélgica, terceira em 2018.
Em contraste com a França, os coanfitriões Estados Unidos viram a FIFA suspender por um período probatório de um ano o castigo de uma partida aplicada ao avançado Folarin Balogun, que tinha sido expulso com cartão vermelho direto na vitória frente à Bósnia-Herzegovina (2-0), nos 16 'avos'.
O dianteiro pôde alinhar frente à Bélgica e foi titular nos 'oitavos', após uma intervenção junto da FIFA do Presidente norte-americano, Donald Trump, mas não evitou a eliminação, com uma derrota frente aos europeus (4-1).
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