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Mbappé e a derrota frente à Inglaterra: «Não honrámos a camisola na 1.ª parte mas na 2.ª fomos máquinas mentais»

França perdeu por 6-4 e terminou o Mundial'2026 na 4.ª posição

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Mbappé no jogo frente à Inglaterra
Mbappé no jogo frente à Inglaterra • Foto: AP
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Kylian Mbappé abordou a derrota de França frente à Inglaterra (), no jogo que decidiu quem ficava com a medalha de bronze no Mundial'2026. Em declarações após a partida disputada em Miami, o avançado francês sublinhou que a equipa entrou para o jogo de uma maneira descontraída e que a seleção inglesa não deu qualquer chance na primeira parte.

"Houve duas partes diferentes. Na primeira, eu consigo compreender porque é que algumas pessoas pensam que passámos vergonhas e não honrámos a camisola. Eu direi apenas que somos humanos, e que não nos podemos dar a esse luxo. Ficámos completamente atordoados e eles deram-nos um choque de realidade", frisou Mbappé.

O avançado do Real Madrid referiu que a mudança de mentalidade depois do intervalo foi um fator decisivo na recuperação, mostrando-se desiludido pelo facto da seleção gaulesa não ter conseguido alcançar a vitória na despedida de Deschamps. "Na segunda parte, voltámos a ser jogadores do mais alto nível, máquinas mentais. Mas, no final, não conseguimos vencer e é uma pena para o treinador. Queríamos fazer algo para ele. Na primeira parte, dá a impressão que o dececionámos e não era o que queríamos que ele sentisse. Este jogo não vai manchar o legado de Didier Deschamps", sublinhou o francês. 

Mbappé tornou-se o melhor marcador de sempre em Mundiais, ao apontar dois golos contra a Inglaterra, mas afirma que ainda vai ser ultrapassado por Messi que joga este domingo a final frente à Espanha, às 20H. "O Messi marca sempre e amanhã [hoje] vai marcar, tenho a certeza. Eu só tento ajudar a minha equipa, tentando marcar sempre. Preferia não ser o melhor marcador da história dos Mundiais [conta agora 22 golos, contra 21 do argentino] e jogar a final com a Argentina. Acho que é bom em termos de legado, mas, neste momento, não é a primeira coisa que me atravessa o espírito", concluiu.

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