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Gonçalo Ramos e o golo vindo do banco: «Quando acontece tantas vezes não pode ser sorte»

Avançado do Milan lembrou que trabalha sempre no limite para estar preparado para ser opção

Gonçalo Ramos com Ronaldo
Gonçalo Ramos com Ronaldo • Foto: Frank Gunn/The Canadian Press via AP
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Gonçalo Ramos foi o herói da e reagiu de forma bem-disposta a uma pergunta sobre a reação da namorada ao golo decisivo. "Aposto que [a minha namorada] chorou. É uma noite especial porque ela não tinha estado no último Mundial e de certeza que se vai recordar desta noite para sempre. Também estava cá o meu filho que não se vai lembrar de certeza, mas é uma história para contar", começou por dizer na zona mista.

"É importante estar sempre preparado. Eu acho que estou sempre focado e trabalho no meu limite. Dou sempre tudo e acho que isso é o mais importante. Depois o trabalho acaba por recompensar e quando acaba por acontecer tantas vezes não pode ser sorte", atirou.

Após o jogo, o avançado trocou a camisola com Petar Musa, com quem partilhou balneário no Benfica. "Trocámos as camisolas e é uma pessoa muito boa", elogiou a antiga referência ofensiva da águias sobre o seu habitual suplente.

O camisola 9 da Seleção Nacional também relembrou Diogo Jota, a propósito do aniversário da sua morte. "É especial, falamos dele todos os dias e dá-nos força", afirmou antes de abordar a ida para o Milan. "[Este jogo] foi uma boa mensagem para os adeptos que não me conhecem assim tão bem. Consegui mostrar as minhas qualidades e fazer golo", explicou enquanto sorria.

Portugal contou com dezenas de milhares de adeptos em Toronto e Ramos não ficou indiferente. "É muito especial estar tão longe do nosso país e ter tantos adeptos e tantas pessoas a apoiar-nos. Faz-nos sentir em casa e, nos momentos decisivos, joga a nosso favor", realçou.

Sobre as quatro substituições de Roberto Martínez aos 63 minutos, o jogador concordou com a opção. "Penso que a equipa precisava disso, Precisava de pressionar e de marcar. No final, ficou provado que o treinador tinha razão", argumentou em jeito de conclusão.

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