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Muita parra e pouca uva: Portugal domina posse de bola mas atinge mínimos históricos em número de remates

Seleção Nacional teve posse de bola de 75,4% contra a RD Congo, mas rematou apenas sete vezes

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O guardião Mpasi teve pouco trabalho frente a Portugal
O guardião Mpasi teve pouco trabalho frente a Portugal • Foto: AP
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A Seleção Nacional impôs um enorme controlo da bola e foi ditando os ritmos do jogo frente à RD Congo, terminando com uma posse de bola de 75,4%. Contudo, isso revelou-se claramente insuficiente para desfazer o empate na estreia no Mundial e, aliás, nem sequer redundou na criação de mais oportunidades de golo do que o adversário.

Apesar do domínio claro na posse de bola, Portugal acabou a partida com menos remates do que os leopardos - 7 contra 8. Quanto a remates enquadrados na alvo, a RD Congo foi também superior, com dois tiros no alvo, mais um do que a equipa das quinas.

Este registo negativo estabelece mesmo um novo mínimo na história da competição. De acordo com dados da Opta, a posse de bola de Portugal contra a RD Congo é a mais alta registada por uma equipa que teve menos remates do que o seu oponente num jogo de Campeonato do Mundo, desde 1966.

Além disso, este foi o encontro em Mundiais na história da armada lusa em que fez o menor número de remates, em igualdade com a derrota (1-2) frente à Coreia do Sul em 2002. Nessa partida, a Seleção na altura comandada por António Oliveira também fez apenas sete finalizações.

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