Nani "muito confiante" sobre hipóteses de Portugal no Mundial'2026: «Podemos vencer»
Antigo internacional destaca papéis importantes de Cristiano Ronaldo e Bruno Fernandes
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Nani, 112 vezes internacional por Portugal, acredita que a Seleção Nacional reúne todas as condições para lutar pela primeira conquista num Campeonato do Mundo. "Acredito que temos jovens talentos que já demonstraram uma enorme maturidade, juntamente com alguns jogadores experientes na nossa equipa. Acho que vamos ter bons resultados neste Mundial e estou muito confiante. Acredito que podemos vencer esta competição", projeta o extremo de 39 anos no Portugal Football Summit Podcast da FPF.
Campeão da Europa em 2016, Nani nota a evolução coletiva da equipa orientada por Roberto Martínez e a união do grupo. "Pela forma como temos jogado e dominado os jogos, acho que apenas precisamos de encontrar uma forma de estarmos ligados como equipa. O grupo tem de caminhar na mesma direção e acredito que tudo vai correr bem para nós. Vamos ter um Mundial fantástico", sublinha Nani, que disputou o Mundial'2014.
O extremo destaca ainda ao papel de Cristiano Ronaldo na equipa das quinas, dentro e fora do campo: "A presença dele em campo terá impacto. Vai levar os outros jogadores a darem um pouco mais por ele, pela equipa e pela Seleção, porque existe uma bela história por detrás de tudo isto e todos nós fazemos parte dessa história. Sabemos que o Cristiano não mobiliza apenas os adeptos portugueses; ele mobiliza adeptos em todo o mundo. Vamos ter muitas pessoas de diferentes nacionalidades a apoiar Portugal. As pessoas querem vê-lo vencer o Campeonato do Mundo."
Além de CR7, Nani evidencia também Bruno Fernandes, seu ex-companheiro: "Falar sobre ele é fácil porque tem sido um jogador extraordinário durante tantos anos. Joguei com ele e conheço a sua mentalidade e a vontade de vencer sempre. Quer ser o melhor na sua posição, por isso dá sempre qualquer coisa à equipa. Podemos sempre contar com ele para contribuir."
"Saudades" levaram-no até ao Cazaquistão
Nani fez uma pausa... no fim de carreira. Voltou a jogar e atua no Aktobe do Cazaquistão. “Na altura retirei-me, mas senti saudades. E toda a gente encorajava-me a continuar a jogar, porque, onde quer que fosse jogar, como num jogo amigável, levava tudo demasiado a sério. E jogava com muita energia. Diziam-me: 'tens de continuar a jogar. Tu consegues jogar'”, conta, frisando que tem funções além do futebol jogado: "Ser um embaixador desta liga e deste clube, e de partilhar um pouco da minha experiência com os jogadores e com o clube."
Refira-se que este foi o último episódio do Portugal Football Summit Podcast e antecipa a 2.ª edição do Portugal Football Summit, entre os dias 23 e 25 de setembro, na Cidade do Futebol, em Oeiras.
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