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Rafael Leão quer "levantar a cabeça": «No próximo jogo não podemos cometer erros»

Extremo foi lançado na 2ª parte no empate (1-1) com a República Democrática do Congo

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Portugal após o empate com a RD Congo
Portugal após o empate com a RD Congo • Foto: AP
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Após o empate (1-1) entre Portugal e República Democrática do Congo, Rafael Leão lamentou os erros cometidos, apontando ao próximo jogo que se segue na fase de grupos diante do Uzbequistão.

Flash à SIC

O que faltou?
"Nos primeiros 20 minutos controlámos o jogo. Fizemos golo cedo que era muito importante. Este Mundial está muito competitivo. Depois do golo, se calhar pela ansiedade de fazer o segundo golo, perdemos um bocado do jogo e o Congo começou a tornar-se mais perigoso."

Subestimaram este adversário?

"Claramente que não. Sabendo que nós somos Portugal, respeitamos os adversários. As situações do jogo ditaram o empate do Congo e continuámos a tentar marcar. Criámos algumas oportunidades, não fomos felizes. Mas é levantar a cabeça e agora vamos para o segundo jogo do grupo para vincar de novo a nossa qualidade. Meter os nossos jogadores em condições de fazer a diferença. Com certeza iremos conquistar os três pontos."

Como podem contornar isso?

"Vamos já amanhã trabalhar nisso. No próximo jogo não podemos cometer alguns erros, porque isso custou-nos o empate hoje."

Coloca em causa as ambições de Portugal neste Mundial?

"Claro que não. Há mais dois jogos em que podemos fazer a diferença e seguir em frente. Temos de descansar agora, focar naquilo que não correu bem e entrar com tudo no próximo jogo e conquistar os três pontos."

Flash à Sport TV

Disse que estava pronto para uma nova fase na carreira. Agora que Ruben Amorim está no Milan, tem uma nova vontade de ficar?

"O meu foco agora é no Mundial, ajudar a Seleção, dar o meu máximo, irmos o mais longe possível. E, quando acabar o Mundial, resolvo a minha vida."

Flash à LiveMode

"Visto de fora, controlámos muito bem o jogo nos primeiros minutos, mas depois começámos a desposicionarmos um bocado, começámos a abrir mais o jogo. O ponto forte deles é o contra-ataque. Foi aí que conquistaram o canto, que lhes deu o empate. Na primeira parte foi isso, depois na segunda parte começámos a controlar mais, a impor o nosso jogo. A RD Congo habitou-se a defender mais atrás, com bastante solidez. Os jogadores importantes da nossa equipa não conseguiram receber a bola em condições, em posições favoráveis para conseguirem fazer a diferença. Não conseguimos impor o nosso jogo e, se calhar, se fizessemos dois ou três golos, o jogo era diferente", afirmou.

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