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VAR, pausas para hidratação e expulsão de Rafael Leão: Gonçalo Ramos e Nuno Mendes abrem o livro

Internacionais protagonizam mais recente episódio do podcast ‘watch.tm’ de Pedro Teixeira da Mota

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Nuno Mendes e Gonçalo Ramos no podcast ‘watch.tm’
Nuno Mendes e Gonçalo Ramos no podcast ‘watch.tm’ • Foto: Frame ‘watch.tm’
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A três dias da estreia de Portugal no Mundial'2026 com a RD Congo, na 1.ª jornada do Grupo K, Gonçalo Ramos e Nuno Mendes protagonizam o mais recente episódio do podcast ‘watch.tm’, de Pedro Teixeira da Mota, e abordam vários temas em conversa descontraída de quase duas horas.

Um dos primeiros assuntos foi a expulsão de Rafael Leão no particular com o Chile (2-1) disputado no Jamor e o 'host' questionou a dupla do PSG se o vermelho direto tinha sido justo. Nuno Mendes começou por dizer que "o árbitro poderia ter dado amarelo aos dois [Leão e o defesa chileno]", antes de Ramos considerar que o juiz "perdeu um bocadinho o controlo do jogo". “Aquilo já estava intenso, depois houve aquela picardia e ele disse ‘vai um de cada equipa embora’. E a verdade é que a partir daí...”, notou o avançado de 24 anos, que, mais à frente, teceu considerações sobre o recurso à tecnologia do vídeo-árbitro (VAR).

“Tem muito que se lhe diga...”, expressou, concretizando: ”O pior é quando não é um lance claro e estão lá 3 ou 4 minutos a ver. E se escolher que não é penálti, vão reclamar. Se marcar penálti, reclamam na mesma. Se não é claro, não marques, segue."

Com o VAR, as celebrações dos golos são por vezes adiadas e ficam condicionadas. ”Tenho medo disso. Contra o Man. City marquei, anularam, mas eu tinha quase a certeza que era golo. Na primeira festejei mas ele apitou e fiquei com a corrida a meio. Já estava à espera que apitasse. Depois foi com o Barcelona, também foi mesmo no limite. E então ficas ali a olhar para o árbitro, em pânico, a pensar ‘não me vão anular o golo”, recordou Ramos. “Agora marcas golo tens de olhar logo para o árbitro. É muito tempo para analisar”, disse o lateral-esquerdo Nuno Mendes.

Outro tema, este uma introdução mais recente, relacionado com as paragens para hidratação em cada parte, não agrada à dupla. "Com a Nigéria jogámos às 20h45, pausa para hidratação. Não gosto nada. Só se for em Miami, 35 graus, aí dá jeito", nota Gonçalo Ramos, recordando a final do Mundial de Clubes pelo PSG com o Chelsea. "Jogámos às 13 horas, meio de julho, estavam 38 graus. Tínhamos ventoinhas que cospem água dentro do banco. Ou estás mesmo ou lado ou não consegues estar." "É para habituar ao Mundial, mas mesmo assim...", diz Nuno Mendes.

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