Escândalo no Senegal: 'chef' despedido por assédio sexual e o médico afinal era... ginecologista
Presidente da federação senegalesa, Abdoulaye Fall, relatou detalhes dos casos
Seguir Autor:
A campanha do Senegal no Mundial'2026 terminou envolta em muita polémica. Depois do selecionador Pape Thiaw ter sido despedido a seguir à eliminação nos '16 avos', dois casos com contornos escandalosos no seio da seleção vieram a público e foram devidamente confirmados pelo presidente da Federação Senegalesa de Futebol, Abdoulaye Fall.
Em declarações à rádio senegalesa RTS, Fall revelou que o chefe de cozinha contratado pela federação foi despedido após ter sido acusado de assédio sexual. Sem dar detalhes sobre o caso, apenas esclareceu que este ocorreu durante o estágio nos Estados Unidos e que este foi imediatamente demitido. Contudo, admitiu que as autoridades do país não foram informadas no momento.
"Preferimos tomar medidas de precaução para evitar o risco de intervenção da polícia americana. O objetivo foi apenas tentar manter a serenidade do grupo e a boa imagem do nosso país", explicou o dirigente dos leões de Téranga.
Mas a polémica não fica por aqui. Fall revelou ainda que o médico que acompanhou a seleção no Mundial'2026 tinha especialidade em... ginecologia, algo que descobriu "demasiado tarde".
"Descobri tarde demais que o médico da seleção não tinha a formação académica adequada para apoiar os jogadores. Na verdade, ele é ginecologista e obstetra de profissão. Pelo que me disseram, os jogadores não tinham total confiança no apoio médico que recebiam", contou.
Mundial