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Kimmich poderá ver salário cortado no Bayern por não se ter vacinado contra a Covid-19

• Foto: Reuters

A decisão de Joshua Kimmich em não se vacinar contra a Covid-19 gerou muitas críticas um pouco por todo o mundo do futebol. Agora, o Bayern Munique, clube que o internacional alemão representa, pode mesmo cortar no salário do jogador como punição.

De acordo com o jornal 'MARCA', a situação deve-se a uma nova lei que entrou em vigor a 1 de novembro. Segundo essa mesma lei, o empregador, no caso o clube, não é obrigado a pagar a nenhum trabalhador que entrou em quarentena e que não foi vacinado por decisão própria.

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Ora, o caso aplica-se a Kimmich, que se encontra em quarentena uma vez que manteve contacto com Niklas Süle, seu colega de equipa que testou positivo durante os trabalhos da seleção alemã. O médio de 26 anos deixou claro, há algumas semanas, que prefere aguardar para verificar os possíveis efeitos colaterais das vacinas antes de se imunizar.

Herbert Hainer, presidente do emblema bávaro, sublinhou que o clube apoia as ações de apelo à vacinação. "O Bayern apoia as campanhas de vacinação de forma sustentável, mas no final de contas, a vacinação não é obrigatória. É uma decisão individual. Kimmich disse que talvez se vacine no futuro e eu ficaria feliz se isso acontecesse", concluiu.

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Por Record
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