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Djalminha, antiga estrela do futebol brasileiro, deixou muitas críticas à decisão de Ednaldo Rodrigues, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que assumiu estar à espera de Ancelotti para assumir o comando técnico da canarinha, frisando não ser "uma coisa normal" esperar um ano e meio pelo treinador italiano, que ainda está vinculado ao Real Madrid até 2024.
"Agora o Ramon Menezes (interino da seleção brasileira), ou quem quer que seja, já sabe que não vai ficar. Está a trabalhar em conjunto com Ancelotti? Se estiver a fazer isso, parece-me completamente fora da ética, não é uma coisa normal. Está a comandar o Real Madrid e ao mesmo tempo está a ver os jogos da seleção brasileira? Não acho normal. É diferente do que acontece com um jogador, em que assina um pré-contrato e vem no ano seguinte, seis meses depois. Só vai entrar e jogar", começou por dizer Djalminha no programa 'ESPN FC', antes de referir que no caso dos treinadores acontece... o oposto.
"É preciso fazer um plano. Não temos diretor técnico para o futebol. É preciso tratar destas coisas o quanto antes, não é assim tão simples formar uma estrutura, uma comissão técnica. Esperar um ano e meio para fazer isso... Para mim algo está errado. Ancelotti está empregado, a trabalhar, e vai trabalhar aqui também, mexer nas coisas daqui? Não sei...", acrescentou.
Apesar de deixar elogios a Ancelotti, Djalminha considera ainda que estas indecisões têm feito com que o futebol brasileiro esteja "parado". "É prejudicial. Não em relação à capacidade de Ancelotti. Os jogadores que jogam cá não vão ser vistos, porque têm de ser vistos pelo treinador que vai treinar a seleção. Não é pelo filho nem pelo adjunto. É ele que vai decidir e comandar. Sendo assim, vamos ficar um ano e meio parados. Esta é a minha opinião. Já passaram seis meses e o nosso futebol vai ficar parado. E ainda nem há certezas de que tudo está fechado. Vamos ver se se concretiza, para ver se Ancelotti dá certo. Solução para o futebol brasileiro? Não o vejo como solução", rematou.
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