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Sem papas na língua, Jorge Jesus admite que o Flamengo não teria rival à altura se disputasse a Liga portuguesa. As razões? O técnico explica. "O Flamengo discutia o título em Portugal a brincar. À frente de todos. Disparado. Nos outros países, como Inglaterra, não seria da mesma maneira. Mas disputaria os seis primeiros lugares. Com o onze com que o Flamengo joga, é muito forte", atirou o treinador, numa entrevista ao ‘Esporte Espetacular’, que será transmitida amanhã, na TV Globo.
O ex-treinador de Benfica e Sporting garantiu que não será a violência no Rio de Janeiro que motivará uma eventual saída. "Não quero ser o transmissor de coisas que não vejo. Mas é o que se fala: ‘Míster, não ande com relógio, não ande com colar’... Mas se um dia tiver de sair do Flamengo, nunca será por causa disso. Porque esses problemas, se eles existem, estou lá os para combater. Tenho-me adaptado bem, a minha vida é fácil. É centro de treino, Ninho e casa. Esta é a minha vida. Também fazia assim em Portugal. Só que lá encontrava-me com os amigos. Aqui é muito longe, às vezes ando uma hora, uma hora e meia de carro. Em Portugal, para andar uma hora e meia de carro chego a Coimbra, no meio do país [risos]. É tudo diferente."
Mas não abdica da autonomia. "Quem trabalha comigo sabe como eu sou. Eu é que decido. O clube não é meu, tem um presidente acima, uma administração, mas na equipa sou eu quem manda. Quando há qualquer coisa que não é como eu não quero, vou embora", revelou o técnico, que hoje defronta o Avaí, último no Brasileirão.
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