A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou uma carta às entidades que regem o futebol (FIFA, UEFA e Conmebol), pedindo medidas concretas para punir os comportamentos racistas e aumentar a consciencialização sobre o tema, revelou esta sexta-feira a entidade.
Esta posição da CBF surge uma semana depois de mais um ataque ao jogador Vinícius Júnior, do Real Madrid: em 26 de janeiro, um boneco com a sua camisola desportiva foi enforcada numa ponte de Madrid antes do clássico contra o Atlético, nos quartos de final da Taça de Espanha, que os merengues venceram por 3-1.
Em setembro, Vinicius também foi vítima de insultos racistas de adeptos do Atlético de Madrid durante mais um dérbi, nas bancadas e fora do estádio.
Na segunda-feira, a Comissão Espanhola contra a Violência no Desporto também anunciou que os adeptos do Valladolid seriam punidos por proferir insultos racistas contra Vinícius durante uma partida do campeonato no final de dezembro. "É fundamental que o racismo seja combatido com firmeza. Os casos que se multiplicam, contra Vinicius e tantos outros jogadores, são inaceitáveis", disse nesta quinta-feira o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, num evento oficial da FIFA no Rio de Janeiro.
No sábado passado, o dirigente viajou até Brasília para um encontro com o ministro da Justiça, Flavio Dino, no qual foram discutidos os problemas do racismo no futebol e mais especificamente o caso Vinicius, segundo revelou a própria CBF.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no cargo desde o dia 1 de janeiro, promulgou recentemente uma lei que endurece as penas para casos comprovados de discriminação racial.
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