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"STOP LGTBIfobia", escreve o CAP Ciudad de Múrcia, nas redes sociais. O clube denunciou publicamente uma situação altamente discriminatória sofrida pela sua guarda-redes Alba, no Hospital Reina Sofía.
A jogadora foi ao ginecologista, devido a um transtorno no ciclo menstrual, e no relatório o médico descreveu a homossexualidade como doença.
"Queremos denunciar publicamente a degradante discriminação sofrida pela nossa guarda-redes Alba no Hospital Reina Sofía. Exigimos que se apurem responsabilidades e apoiamos incondicionalmente a jogadora na sua valente denúncia", escreveu o clube, nas redes sociais.
A associação GALACTYCO juntou-se ao protesto. "Desde a Associação Coletiva GALACTYCO de Gayss, Lésbicas, Bissexuais e Trans de Cartagena e Comarca denunciamos o tratamento vexatório por LGTBIfobia recebido por uma paciente de 19 anos numa consulta de ginecologia [...],após a qual lhe foi entregue um boletim médico que literalmente reconhecia a homossexualidade como 'doença atual'."
A jogadora e a família apresentaram uma queixa formal contra o médico. "São já numerosos os casos de trato vexatório que chegam à nossa associação por orientação sexual ou de género e consideramos alarmante, inaceitável e intolerável que aos dias de hoje os profissionais, de quem dependemos para um tratamento adequado da nossa saúde, ignorem as realidades das pessoas LGTBI", adiantou ainda a GALACTYCO.
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