Mbappé explicou, através de declarações exclusivas ao jornal ‘AS’, a razão pela qual se recusou (ele, Vinícius Júnior e Konaté) a exibir na sua plenitude a camisola que tinha uma mensagem de apoio a Ceuta antes do arranque do jogo entre o Real Madrid e o Elche.
“Foi uma decisão dos clubes a utilização da camisola. Nós, jogadores, tivemos de usá-la. A primeira coisa que quero dizer é que tenho total solidariedade para com Ceuta e todas as vítimas. Porque antes de ser jogador, sou humano. Mas também quis fazer um gesto e expressar o meu pensamento em relação a todos os imigrantes que perderam suas vidas e que também vivem em condições difíceis”, afirmou o avançado merengue ao diário espanhol, acrescentando: “Não foi uma posição fácil, foi difícil, porque no fim das contas as pessoas podem pensar que sou contra o povo de Ceuta. Mas não, absolutamente… não! Não tenho nada contra ele e apoio-o a cem por cento. Mas também quis pensar em todas as pessoas que estão a sofrer, porque no fim das contas sou humano e não quero priorizar o sofrimento.”
Por Nuno Pombo